PET y PET/TC en el manejo de linfomas
PET and PET/CT for the management of lymphoma
PET/PET-TC para câncer de pâncreas y via biliar

Ano de publicação: 2014

INTRODUCCIÓN:

Los linfomas son un grupo heterogéneo de trastornos linfoproliferativos originarios de los linfocitos. El linfoma no Hodgkin (LNH) representa aproximadamente 90% de los casos y la Enfermedad de Hodgkin (EH) el 10%. La tomografía por emisión de positrones (PET/TC) se postula dentro del esquema de diagnóstico de estas condiciones por su potencial capacidad para detectar más tempranamente las lesiones ganglionares y medulares.

TECNOLOGÍA:

El PET/TC es una técnica de imagen funcional y anatómica combinada que utiliza la inyección en el paciente de radiofármacos marcados, como el 18-FDG, seguida por tomografía axial, lo que brinda el alto contraste metabólico del PET, junto con la alta resolución espacial de la TC.

OBJETIVO:

Evaluar la evidencia disponible acerca de la eficacia, seguridad y aspectos relacionados a las políticas de cobertura para el uso del PET y PET/TC en el manejo de linfomas.

MÉTODOS:

Se realizó una búsqueda en las principales bases de datos bibliográficas (MEDLINE, Cochrane, CRD, DARE, NHS EED), en buscadores genéricos de Internet, agencias de evaluación de tecnologías sanitarias y financiadores de salud. Se priorizó la inclusión de revisiones sistemáticas, meta-análisis, estudios clínicos aleatorizados y controlados, guías de práctica clínica, evaluaciones de tecnologías sanitarias, evaluaciones económicas y políticas de cobertura de diversos sistemas de salud.

RESULTADOS:

Se incluyeron 15 revisiones sistemáticas (RS), dos ensayos clínicos aleatorizados (ECA), dos estudios observacionales comparativos, tres evaluaciones de tecnología sanitaria (ETS), seis políticas de cobertura, y cuatro recomendaciones o guías de práctica clínica.

CONCLUSIONES:

Existe evidencia de moderada calidad metodológica que señala que el PET y PET/TC podrían desempeñar un papel complementario o reemplazar a los otros métodos como RNM y TC sobre todo en la estadificación inicial y evaluación de la respuesta al tratamiento y progresión, pero resultan de valor cuestionable para indicaciones como el seguimiento y para el diagnóstico inicial de enfermedad. La EH y el LNH de tipo DLBCL son las condiciones en las que las políticas de cobertura coinciden en considerar al PET más útil. En otros subtipos de linfoma su rol está menos definido.

INTRODUCTION:

Lymphomas are a heterogeneous group of lymphoproliferative disorders, originating in the lymphocytes. Non-Hodgkin lymphoma (NHL) represents near 90% of the cases and Hodgkin' Disease (HD), 10%. Positron emission tomography (PET/CT) is proposed within the diagnostic scheme for these conditions due to its potential to early detect lymph and bone marrow lesions.

TECHNOLOGY:

PET/CT is a combined functional and anatomic imaging technique which uses radiotracer injections to the patient, such as 18-FDG, followed by computed tomography, thus resulting in PET's high metabolic contrast, together with CT’s high spatial resolution.

PURPOSE:

To assess the evidence available on the efficacy, safety and coverage policy related issues on the use of PET and PET/CT in the management of lymphomas.

METHODS:

A bibliographic search was carried out on the main databases (MEDLINE, Cochrane, CRD, DARE, NHS EED), on Internet general search engines, in health technology assessment agencies and health systems. Priority was given to including systematic reviews, meta-analysis, randomized controlled clinical trials, clinical practice guidelines, health technology assessments, economic evaluations, and coverage policies from several health systems.

RESULTS:

Fifteen systematic reviews (SRs), two randomized clinical trials (RCTs), two comparative observational studies, three health technology assessments (HTAs), six coverage policies and four recommendations or clinical practice guidelines were included.

CONCLUSIONS:

There is evidence of moderate methodological quality pointing out that PET and PET/CT scans could play a supplementary role or replace other methods such as MRI and CT scan, specially for initial staging and assessment of treatment response and progression, but they have a questionable role for indications such as disease follow-up and initial diagnosis. HD and DLBCL type HDL are conditions on which coverage policies agree PET is more useful. Its role is less clear in other subtypes of lymphoma.

INTRODUÇÃO:

Estima-se que na Argentina se diagnosticam 4.000 casos de câncer de pâncreas ao ano. Os cânceres da via biliar são menos frequentes. Esses cânceres têm sobrevida menor a 5% aos 5 anos. O diagnóstico e a estadificação se baseiam na história clínica, análise laboratorial e exames de imagens, incluindo ecografia, tomografia computadorizada (TC) e ressonância magnética nuclear (RMN). A confirmação diagnóstica é realizada pela histopatologia. Postula-se a tomografia por emissão de pósitrons com tomografia computadorizada (PET-TC) como complemente ou alternativa a TC e a RMN para o câncer de pâncreas e da va biliar.

TECNOLOGIA:

A PET-TC é uma técnica de imagem funcional e anatômica combinada que utiliza a injeção de radio-fármacos marcados no paciente, como o 18-FDG, seguida por tomografia axial, o que brinda o alto contraste metabólico da PET, junto a alta resolução espacial da TC.

OBJETIVO:

Avaliar a evidência disponível sobre a eficácia, utilidade diagnóstica e prognóstica, segurança e aspectos relacionados às políticas de cobertura do uso da PET e PET-TC no câncer de pâncreas e de via biliar.

MÉTODOS:

Realizou-se uma busca nas principais bases de dados bibliográficos (incluindo Medline, Cochrane e CRD), em buscadores genéricos de Internet, agências de avaliação de tecnologias sanitárias e financiadores de saúde. Priorizou-se a inclusão de revisões sistemáticas (RS), ensaios clínicos controlados aleatorizados (ECAs), avaliações de tecnologias em saúde (ATS) e econômicas, guias de práticas clínica (GPC) e políticas de cobertura de outros sistemas de saúde quando estavam disponíveis. Incluíram-se estudos que tinham como padrão de referência a histopatologia ou pelo menos seis meses de seguimento clínico.

RESULTADOS:

Incluíram-se quatro RS, oito GPC, uma ATS, seis séries de casos e sete políticas de cobertura.

CONCLUSÕES:

A qualidade da evidência sobre o uso da PET/PET-TC em câncer de pâncreas é alta e provêm principalmente de revisões sistemáticas cujos estudos permitem estabelecer valores elevados de sensibilidade e especificidade, mas não superiores em relação aos métodos convencionais (ecografia, TC e RMN). Escassa evidência de baixa qualidade metodológica mostrou superioridade da técnica para a detecção de metástase à distância em câncer de via biliar, ainda que não para diagnóstico e estadificação. Os guias e os financiadores coincidem que a PET/PET-TC não devem ser utilizadas rotineiramente em câncer de pâncreas ou via biliar.

Mais relacionados