PET y PET/TC en el manejo de desórdenes de células plasmáticas (mieloma múltiple, plasmocitoma solitario y gamapatía monoclonal de significado incierto)
PET and PET-CT for the management of plasma cell disorders (multiple myeloma, solitary plasmocytoma and monoclonal gammopathy of undetermined significance)
PET e PET/TC no manejo de desordens de células plasmáticas (mieloma múltiplo, plasmocitoma solitário e gamapatia monoclonal de significado incerto)

Ano de publicação: 2014

INTRODUCCIÓN:

El mieloma múltiple (MM) es un tumor maligno hematológico caracterizado por la proliferación clonal de células plasmáticas. La sobrevida global a 5 años es del 44% según estadísticas oficiales estadounidenses recientes. La Tomografía por Emisión de Positrones (PET) y la misma con Tomografía Computada asociada (PET/TC) se postulan dentro del esquema de diagnóstico en aquellos pacientes con sospecha clínica de MM puesto que al detectar más tempranamente las lesiones óseas líticas podría adelantar el diagnóstico y tratamiento, o bien para identificar lesiones óseas en otras discracias de células plasmáticas. Se lo propone también para la estadificación y pronóstico en pacientes con diagnóstico establecido de MM.

TECNOLOGÍA:

La PET y PET/TC son técnicas de imagen funcional y anatómica que utilizan radiofármacos marcados que se inyectan al paciente, como el 18-FDG (fluorina-18 fluorodesoxiglucosa) para lograr detectar áreas de hipercaptación metabólica. La tomografía computada (TC) combinada permite una alta resolución espacial, con ventajas en la sensibilidad y precisión anatómica en comparación con la PET solo.

OBJETIVO:

Evaluar la evidencia disponible acerca de la eficacia, seguridad y aspectos relacionados a las políticas de cobertura para el uso de la PET y PET/TC en el manejo de desórdenes de células plasmáticas (mieloma múltiple, plasmocitoma solitario y gamapatía monoclonal de significado incierto).

MÉTODOS:

Se realizó una búsqueda en las principales bases de datos bibliográficas (MEDLINE, Cochrane, CRD, DARE, NHS EED), en buscadores genéricos de Internet, agencias de evaluación de tecnologías sanitarias y financiadores de salud. Se priorizó la inclusión de revisiones sistemáticas, meta-análisis, estudios clínicos aleatorizados y controlados, guías de práctica clínica, evaluaciones de tecnologías sanitarias, evaluaciones económicas y políticas de cobertura de otros sistemas de salud.

RESULTADOS:

Se utilizaron para este trabajo cuatro revisiones sistemáticas (RS), nueve estudios observacionales comparativos, dos políticas de cobertura, y seis recomendaciones o guías de práctica clínica.

CONCLUSIONES:

Existe evidencia de moderada calidad metodológica que señala que la 18-FDG-PET y PET/TC podrían desempeñar un papel complementario al de otros métodos como RNM y TAC en el proceso diagnóstico. Adicionalmente, por su capacidad de distinguir lesiones metabólicamente activas podría ser de ayuda en monitorear la respuesta luego del tratamiento, incluyendo pacientes trasplantados. Las políticas de cobertura identificadas coinciden en brindar cobertura en las indicaciones mencionadas. En relación a los demás desórdenes de células plasmáticas (plasmocitoma y MGUS) no se identificaron recomendaciones claras.
INTRODUCTION; Multiple myeloma (MM) is a hematological malignant tumor characterized by clonal proliferation of plasma cells. Overall survival at 5 years is 44% based on recent official US statistics. PET-CT is considered as part of the diagnostic scheme for those patients with clinically suspected MM because, as lytic bone lesions are detected earlier, it could advance its diagnosis and treatment, or it could be used to identify bone lesions in other plasma cell dyscrasias. It is also proposed for staging and prognosis in patients with known MM diagnosis.

TECHNOLOGY:

PET and PET-CT are anatomical and functional imaging techniques that use radiolabeled drugs, injected to the patient, such as 18-FDG (fluorine 18-fluorodeoxyglucose) to detect areas of metabolic uptake. Combined computed tomography (CT) provides a high spatial resolution, with advantages in sensitivity and anatomical precision compared with PET alone.

PURPOSE:

To assess the available evidence on efficacy, safety and issues related to coverage policies on the use of PET and PET/CT for the management of plasma cell disorders (multiple myeloma, solitary plasmocytoma and monoclonal gammopathy of undetermined significance).

METHODS:

A bibliographic search was carried out on the main databases (MEDLINE, Cochrane, CRD, DARE, NHS EED), on Internet general search engines, in health technology assessment agencies and health sponsors. Priority was given to including systematic reviews, meta-analysis, randomized controlled clinical trials, clinical practice guidelines, health technology assessments, financial assessments, and coverage policies from other health systems.

RESULTS:

For this work, four systematic reviews (SRs), nine observational comparative studies, two coverage policies, and six recommendations or clinical practice guidelines were used.

CONCLUSIONS:

There is evidence of moderate methodological quality stating that 18-FDG-PET and PET-CT may supplement other methods such as MRI and CT scan in the diagnostic process. Furthermore, since it can distinguish active metabolic lesions it could help monitor response after treatment, including transplanted patients. The coverage policies identified agree to cover it for the above-mentioned indications. In relation to the other plasma cell conditions (plasmocytoma and monoclonal gammopathy of undetermined significance), no clear recommendations were found.

INTRODUÇÃO:

O mieloma múltiplo (MM) é um tumor maligno hematológico caracterizado pela proliferação clonal de células plasmáticas. A sobrevida global a anos é de 44 segundo estatísticas oficiais estadunidenses recentes. Postula-se o PET/TC dentro do esquema diagnóstico naqueles pacientes com suspeita clínica de MM visto que ao detectar mais precocemente as lesões ósseas líticas poderia adiantar o diagnóstico e tratamento, ou bem para identificar lesões ósseas em outras alterações de células plasmáticas. Propõe-se também para a estadificação e prognostico em pacientes com diagnóstico estabelecido de MM.

TECNOLOGIA:

A PET e PET/TC são técnicas de imagem funcional e anatômica que utilizam radio-fármacos marcados que que se injetam ao paciente, como o 18-FDG (fluor-18- fluordesoxiglicose) para conseguir detectar áreas de hipercaptação metabólica. A tomografia computadorizada (TC) combinada permite uma alta resolução espacial, com vantagens na sensibilidade e precisão anatômica em comparação com somente a PET.

OBJETIVO:

Avaliar a evidencia disponível sobre a eficácia, segurança e aspectos relacionados às políticas de cobertura para o uso da PET e PET/TC no manejo de desordens de células plasmáticas (mieloma múltipla, plasmocitoma solitário e gamapatia monoclonal de significado incerto).

MÉTODOS:

Realizou-se uma busca nas principais bases de dados bibliográficas (como Medline, Cochrane y CRD), em buscadores genéricos de Internet, agências de avaliação de tecnologias em saúde e financiadores de saúde. Priorizou-se a inclusão de revisões sistemáticas, ensaios clínicos controlados aleatorizados (ECAs), avaliações de tecnologias em saúde e econômicas, guias de prática clínica (GPC) e políticas de cobertura de outros sistemas de saúde quando disponíveis.

RESULTADOS:

Utilizaram-se para este trabalho quatro revisões sistemáticas (RS), nove estudos observacionais comparativos, duas políticas de cobertura e seis recomendações ou guias de prática clínica.

CONCLUSÕES:

Existe evidencia de moderada qualidade metodológica que aponta que a 18-FGD-PET e PET/TC poderiam desempenhar um papel complementar aos outros métodos como RNM e TAC no processo diagnóstico. Adicionalmente, por sua capacidade de distinguir lesões metabolicamente ativas poderia ser de ajuda para monitorizar a resposta após tratamento, incluindo pacientes transplantados. As políticas de cobertura identificadas coincidem em brindar cobertura para as indicações mencionadas. Em relação as demais desordens de células plasmáticas (plasmocitoma e MGUS) não se identificaram recomendações claras.

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