Denervación simpática renal mediante ablación endovascular por radiofrecuencia para hipertensión arterial refractaria
Endovascular radiofrequency denervation of the renal sympathetic nerve in refractory arterial hypertension
Denervação simpática renal através de ablação endovascular por radiofrequência para tratamento da hipertensão arterial refratária

Publication year: 2014

INTRODUCCIÓN:

La Hipertensión Arterial (HTA) tiene una carga global calculada en mil millones de casos en todo el mundo, provocando anualmente 7,5 millones de muertes (12,8% del total de muertes). En Argentina la prevalencia es del 34,8% en mayores de 18 años. Se define como HTA refractaria (HTAR) al fracaso en el control de la tensión arterial (TA) tras la administración de al menos 3 fármacos con diferentes mecanismos de acción, incluyendo un diurético, estimándose que corresponde al 10% de la población de hipertensos. Para este grupo de pacientes se postula que la denervación simpática de la arteria renal mediante ablación endovascular por radiofrecuencia (DRAR) puede mejorar el control de la TA al reducir la hiperactividad adrenérgica.

TECNOLOGÍA:

El rol de la hiperactividad simpática es central en el inicio, progresión y persistencia de la HTA. La DRAR es una intervención mínimamente invasiva, que consiste en la introducción de un electrodo mediante un catéter percutáneo endovascular hasta las arterias renales y el uso subsecuente de corriente alterna de alta frecuencia para provocar necrosis coagulativa del tejido neural.

OBJETIVO:

Evaluar la evidencia disponible acerca de la eficacia, seguridad y aspectos relacionados a las políticas de cobertura de la denervación simpática de la arterial renal mediante ablación endovascular por radiofrecuencia para la hipertensión arterial refractaria.

MÉTODOS:

Se realizó una búsqueda en las principales bases de datos bibliográficas DARE, NHS EED en buscadores genéricos de Internet, agencias de evaluación de tecnologías sanitarias y financiadores de salud. Se priorizó la inclusión de revisiones sistemáticas (RS), ensayos clínicos controlados aleatorizados (ECAs), evaluaciones de tecnologías sanitarias y económicas (ETS), evaluaciones económicas, guías de práctica clínica (GCP) y políticas de cobertura de otros sistemas de salud.

RESULTADOS:

En el siguiente reporte se incluyeron una RS, dos ECAs junto con una serie de casos publicados posteriormente, seis GPC, seis ETS y una política de cobertura de financiadores de salud.

CONCLUSIONES:

La evidencia encontrada fue de moderada calidad metodológica, existiendo inconsistencia sobre la eficacia de la DRAR en el tratamiento de la HTAR. Los estudios más recientes y de mejor calidad metodológica reportan una ausencia de efecto significativo a seis meses de la DRAR sobre los valores de TA en sujetos con HTAR comparada al tratamiento médico. Las GPC y ETS relevadas basan sus recomendaciones en la evidencia previa y no se encuentran actualizadas.

INTRODUCTION:

Arterial Hypertension (AHT) has an overall burden of a thousand million cases around the world, resulting in 7.5 million deaths per year (12.8% of total deaths). In Argentina, its prevalence is 34.8% in individuals over 18 years old. Refractory AHT (RAHT) is defined as failure to control blood pressure (BP) in spite of administering three drugs with different mechanisms of action, including one diuretic, estimating that it corresponds to 10% of the hypertense population. For this group of patients, it is stated that Endovascular Radiofrequency Denervation of the Renal Sympathetic Nerve (RDN) may improve BP control by reducing adrenergic hyperactivity.

TECHNOLOGY:

The role of sympathetic hyperactivity is key to the beginning, progression and persistence of AHT. RDN is a minimally invasive intervention that consists in introducing an electrode through an endovascular percutaneous catheter up to the renal arteries and subsequent use of high-frequency alternate current to obtain a coagulative necrosis of the neural tissue.

PURPOSE:

To assess the available evidence on the efficacy, safety and coverage policy related aspects regarding the use of radiofrequency renal sympathetic denervation in refractory arterial hypertension.

METHODS:

A bibliographic search was carried out on the main databases: DARE, NHS EED, on Internet general search engines, in health technology evaluation agencies and health sponsors. Priority was given to the inclusion of systematic reviews (SRs); controlled, randomized clinical trials (RCTs); health technology assessments (HTAs), economic evaluations (EEs), clinical practice guidelines (CPGs) and coverage policies of other health systems.

RESULTS:

The following report includes one SR, two RCTs along with a case series published at a later date, six CPGs, six EEs and one coverage policy from health sponsors.

CONCLUSIONS:

The evidence found was of moderate methodological quality. There is inconsistency on the efficacy of RDN for the treatment of RAHT. Most recent studies with better methodological quality report the lack of significant effect of RDN on BP values at six months in subjects with RAHT when compared with medical treatment. The GCPs and the HTAs assessed, based their recommendations on the previous evidence and they are not updated.

INTRODUÇÃO:

A Hipertensão Arterial (HTA) tem uma carga global calculada em milhões de casos em todo o mundo; provocando anualmente 7,5 milhões de mortes (12,8% do total de mortes). Na Argentina a prevalência é de 34,8% nos maiores de 18 anos. Se define como HTA refratária (HTAR) ao fracasso no controle da pressão artéria (PA) depois da administração de ao menos 3 fármacos com diferentes mecanismos de ação, incluindo um diurético; estima-se que a HTAR atinge cerca de 10% da população de hipertensos. Para esse grupo de pacientes postula-se que a denervação simpática da artéria renal através da ablação endovascular por radiofrequência (DRAR) pode melhorar o controle da PA ao reduzir a hiperatividade adrenérgica.

TECNOLOGIA:

O papel da hiperatividade simpática é central no início, progressão e persistência da HTA. A DRAR é uma intervenção minimamente invasiva que consiste na introdução de um eletrodo, através de um cateter percutâneo endovascular, até as artérias renais pelos quais se administra corrente alternada de alta frequência para provocar necrose do tecido neural por coagulação.

OBJETIVO:

Avaliar a evidência disponível sobre a eficácia, segurança e aspectos relacionados às políticas de cobertura da denervação simpática renal através de ablação endovascular por radiofrequência para tratamento da hipertensão arterial refratária.

MÉTODOS:

Realizou-se uma busca nas principais bases de dados bibliográficos DARE, NHS EED, em buscadores genéricos de Internet, agências de avaliação de tecnologias sanitárias e financiadores de saúde. Priorizou-se a inclusão de revisões sistemáticas (RS), ensaios clínicos controlados aleatorizados (ECAs), avaliações de tecnologias sanitárias e econômicas (ETS/EE), guias de práticas clínica (GPC) e políticas de cobertura de outros sistemas de saúde.

RESULTADOS:

No presente informe incluíram-se uma RS, dois ECAS junto com uma série de casos publicados a posteriori, seis GPC, seis ETS e uma política de cobertura de financiadores de saúde.

CONCLUSÕES:

A evidência encontrada é de moderada qualidade metodológica, existindo inconsistência sobre a eficácia da DRAR no tratamento da HTAR. Os estudos mais recentes e de melhor qualidade metodológica reportam ausência de efeito significativo aos seis meses da DRAR sobre os valores de PA em sujeitos com HTAR comparada ao tratamento médico. As GPC e ATS relevadas baseiam suas recomendações na evidência prévia e não se encontram atualizadas.